segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O USO DO VÉU

Um dos símbolos mais tradicionais da vestimenta de uma noiva é o véu. Mas de onde vem a tradição do seu uso em casamentos?
O uso do véu era um costume da Grécia antiga – naquele tempo, os gregos acreditavam que o véu protegia as noivas do mau-olhado das mulheres solteiras e da cobiça de outros homens. O véu também é considerado um sinal de pureza.
Em árabe, véu, ou melhor, hijab significa “o que separa duas coisas” – ou seja, o véu separa a mulher da vida de solteira para a nova vida de casada.
Existem diferentes tipos de véus, os curtos, os longos e as mantilhas – a escolha vai depender do gosto da noiva e do estilo do vestido e do casamento – hoje em dia, em casamentos mais informais, já é comum a noiva abrir mão do uso do véu.
Em sua maioria, os véus são confeccionados em tules, rendas ou tecidos finos, como a musseline ou organza – podendo ganhar um acabamento em cetim nas extremidades.
A mantilha é um véu de origem hispânica, porém mais pesado, feito todo em renda ou tule com um barrado de renda. A mantilha fica mais rente ao rosto e ao corpo, já o véu, por ser esvoaçante, fica mais solto.
Após a cerimônia e a sessão de fotos, o véu deve ser retirado, para que a noiva possa aproveitar a recepção. A retirada do véu dará mais liberdade para os cumprimentos dos convidados, evitará que o penteado se estrague ou até que o véu se rasgue ou suje. Além do mais, a noiva poderá dançar tranquilamente durante toda a festa.

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